Amanhã acaba meu inferno astral, graças! Acho que foi a primeira vez que senti o peso desse período que, dizem, começa quarenta dias antes do aniversário. Deve ser da idade, tende a piorar.
Entre as milhares de reflexões produzidas pela minha cabeça maluca, fiz uma linha do tempo com meus pratos favoritos.
Tem mais uma porção, claro, mas elenquei os que, de alguma maneira, me marcaram. Alguns porque comi repetidas vezes, outros porque foram inesquecíveis e, ainda, os que mudaram alguma coisa em mim.
Com vocês "Confesso que comi: minha vida em 35 pratos".
1 ano - papinha Nestlé
2 anos - maçã raspadinha
3 anos - Yakult
domingo, 11 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Usina de Belo Monte entra em compasso de espera por investidor
RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A Eletrobras voltou atrás da decisão de divulgar nesta quinta-feira a lista de empresas que estariam interessadas em uma parceria com a estatal para construir a usina hidrelétrica de Belo Monte, cujo leilão está previsto para o dia 20.
Após rápida passagem por Brasília nesta quinta-feira, o presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz, voltou ao Rio de Janeiro e decidiu que qualquer divulgação sobre o assunto está adiada. A usina de Belo Monte é considerada fundamental para garantir o crescimento econômico do Brasil.
"A Eletrobras vai analisar as inscrições e nada será divulgado nem hoje nem amanhã", informou a assessoria da estatal por telefone.
Até o momento apenas o consórcio liderado pela Andrade Gutierrez e integrado pela Vale, Neoenergia, Votorantim e CPFL confirmou que registrou na Eletrobras o interesse de ter a estatal como parceira, com até 49 por cento de participação. O prazo para a adesão à parceria terminou na quarta-feira.
O governo quer garantir que haja disputa no leilão para tentar reduzir a tarifa que será cobrada ao consumidor, estipulada pelo governo em um preço-teto de 83 reais o megawatt-hora, valor criticado pelos investidores por ser considerado abaixo do esperado para garantir o retorno do investimento.
A usina de Jirau, em Rondônia, leiloada em 2008, teve preço-teto de 91 reais o MWh.
DESISTÊNCIA
Alegando "ausência de condições econômico-financeiras", um consórcio liderado pelas construtoras Camargo Corrêa e Odebrecht anunciou na noite de quarta-feira que desistiu do leilão, apesar de terem sido responsáveis pelos estudos prévios da obra.
Mesmo assim, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, confirmou nesta quinta-feira que "existem mais de 10 empresas" interessadas em participar do leilão.
Enquanto isso, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirmou que há interessados suficientes para a formação de dois consórcios. "Mas só teremos certeza de quantas irão participar após a garantia financeira", afirmou. "Temos esperança de que hajam dois consórcios."
A usina, que terá capacidade para gerar 11 mil megawatts, a terceira maior do mundo, tem custo de construção estimado em 19 bilhões de reais.
O projeto vem há décadas enfrentando oposição de ambientalistas pelos impactos sócio-ambientais que causaria. Por conta disso, a licença ambiental, concedida após pressão governo sobre o Ibama, está sendo questionada na Justiça.
O Ministério Público Federal do Pará abriu nesta quinta-feira simultaneamente duas ações civis públicas na Justiça Federal do Estado contra o licenciamento ambiental que liberou a construção da usina. Sem a licença o leilão não pode ser realizado.
CONTRA O TEMPO
As empresas interessadas em construir Belo Monte têm até 14 de abril para se registrar na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), promotora do leilão. Vence quem oferecer a menor tarifa. O governo deverá tentar costurar um outro consórcio até essa data para garantir a disputa.
O grupo Bertin, um dos citados como interessados em disputar o projeto, afirmou em comunicado que definiu as áreas de energia e de infra-estrutura como prioridades para os próximos anos e que "tem estudado diversas opções de investimento".
Enquanto isso, o grupo Queiroz Galvão afirmou no início da noite que também registrou junto à Eletrobras interesse em ser parceiro da estatal na construção, mas informou que não está, no momento, integrando nenhum consórcio.
Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu que o governo vai construir Belo Monte com ou sem empresas privadas.
"Isso é importante ficar claro em alto e bom som, nós faremos Belo Monte, entre ou não entrem (empresas)", disse Lula a jornalistas após evento no Itamaraty. "Nós vamos fazer o leilão, nós esperamos 4, 5 ou mais grupos", disse otimista.
Após rápida passagem por Brasília nesta quinta-feira, o presidente da Eletrobras, José Antonio Muniz, voltou ao Rio de Janeiro e decidiu que qualquer divulgação sobre o assunto está adiada. A usina de Belo Monte é considerada fundamental para garantir o crescimento econômico do Brasil.
"A Eletrobras vai analisar as inscrições e nada será divulgado nem hoje nem amanhã", informou a assessoria da estatal por telefone.
Até o momento apenas o consórcio liderado pela Andrade Gutierrez e integrado pela Vale, Neoenergia, Votorantim e CPFL confirmou que registrou na Eletrobras o interesse de ter a estatal como parceira, com até 49 por cento de participação. O prazo para a adesão à parceria terminou na quarta-feira.
O governo quer garantir que haja disputa no leilão para tentar reduzir a tarifa que será cobrada ao consumidor, estipulada pelo governo em um preço-teto de 83 reais o megawatt-hora, valor criticado pelos investidores por ser considerado abaixo do esperado para garantir o retorno do investimento.
A usina de Jirau, em Rondônia, leiloada em 2008, teve preço-teto de 91 reais o MWh.
DESISTÊNCIA
Alegando "ausência de condições econômico-financeiras", um consórcio liderado pelas construtoras Camargo Corrêa e Odebrecht anunciou na noite de quarta-feira que desistiu do leilão, apesar de terem sido responsáveis pelos estudos prévios da obra.
Mesmo assim, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, confirmou nesta quinta-feira que "existem mais de 10 empresas" interessadas em participar do leilão.
Enquanto isso, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, afirmou que há interessados suficientes para a formação de dois consórcios. "Mas só teremos certeza de quantas irão participar após a garantia financeira", afirmou. "Temos esperança de que hajam dois consórcios."
A usina, que terá capacidade para gerar 11 mil megawatts, a terceira maior do mundo, tem custo de construção estimado em 19 bilhões de reais.
O projeto vem há décadas enfrentando oposição de ambientalistas pelos impactos sócio-ambientais que causaria. Por conta disso, a licença ambiental, concedida após pressão governo sobre o Ibama, está sendo questionada na Justiça.
O Ministério Público Federal do Pará abriu nesta quinta-feira simultaneamente duas ações civis públicas na Justiça Federal do Estado contra o licenciamento ambiental que liberou a construção da usina. Sem a licença o leilão não pode ser realizado.
CONTRA O TEMPO
As empresas interessadas em construir Belo Monte têm até 14 de abril para se registrar na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), promotora do leilão. Vence quem oferecer a menor tarifa. O governo deverá tentar costurar um outro consórcio até essa data para garantir a disputa.
O grupo Bertin, um dos citados como interessados em disputar o projeto, afirmou em comunicado que definiu as áreas de energia e de infra-estrutura como prioridades para os próximos anos e que "tem estudado diversas opções de investimento".
Enquanto isso, o grupo Queiroz Galvão afirmou no início da noite que também registrou junto à Eletrobras interesse em ser parceiro da estatal na construção, mas informou que não está, no momento, integrando nenhum consórcio.
Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu que o governo vai construir Belo Monte com ou sem empresas privadas.
"Isso é importante ficar claro em alto e bom som, nós faremos Belo Monte, entre ou não entrem (empresas)", disse Lula a jornalistas após evento no Itamaraty. "Nós vamos fazer o leilão, nós esperamos 4, 5 ou mais grupos", disse otimista.
Secretário de Estado do Vaticano diz que papa sofreu com casos de pedofilia
Santiago do Chile, 8 abr (EFE).- O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, assegurou hoje durante uma visita à cidade chilena de Punta Arenas que o papa Bento XVI "sofreu muito" por causa dos casos de pedofilia envolvendo a Igreja Católica.
"O papa sofreu muito com esses padres infiéis a sua própria vocação e a sua própria missão", disse o cardeal.
Em declarações à imprensa local recolhidas pela Agência Informativa Católica Argentina (AICA), Bertone afirmou que "a Igreja é uma instituição que tem uma força interior" e manifestou sua confiança no "carisma de Jesus Cristo que, apesar desses casos, segue protegendo e apoiando a sua Igreja".
Bertone se reuniu ontem em Santiago com o presidente chileno, Sebastián Piñera. Horas depois, viajou para Punta Arenas, 2.400 quilômetros ao sul de Santiago, onde foi recebido pelo bispo da cidade, Bernardo Bastres.
"O papa sofreu muito com esses padres infiéis a sua própria vocação e a sua própria missão", disse o cardeal.
Em declarações à imprensa local recolhidas pela Agência Informativa Católica Argentina (AICA), Bertone afirmou que "a Igreja é uma instituição que tem uma força interior" e manifestou sua confiança no "carisma de Jesus Cristo que, apesar desses casos, segue protegendo e apoiando a sua Igreja".
Bertone se reuniu ontem em Santiago com o presidente chileno, Sebastián Piñera. Horas depois, viajou para Punta Arenas, 2.400 quilômetros ao sul de Santiago, onde foi recebido pelo bispo da cidade, Bernardo Bastres.
EUA e Rússia pressionam Irã, mas diferem sobre Quirguistão
Os Estados Unidos e a Rússia pressionaram o Irã nesta quinta-feira para que o país renuncie a suas ambições nucleares ou enfrente novas sanções, enquanto assinaram um histórico tratado de desarmamento nuclear. Com relação ao Quirguistão, no entanto, as diferenças foram grandes.
Os presidentes Barack Obama e Dmitry Medvedev assinaram o pacto numa cerimônia no Castelo de Praga após conversações sobre possíveis sanções adicionais ao programa atômico do Irã, que o Ocidente acredita tenha como objetivo a produção de bombas.
Mas a tentativa de ambos de apresentar um front unido fracassou com relação ao Quirguistão. Uma importante autoridade russa disse que Moscou exortaria os novos líderes que derrubaram o presidente Kurmanbek Bakiyev a fechar uma base aérea estratégica dos Estados Unidos na antiga república soviética na Ásia Central.
Leia mais
* EUA e Rússia assinam tratado histórico para reduzir armas nucleares
* Irã não vai implorar para evitar sanções, diz Ahmadinejad
* Presidente quirguiz admite que não controla mais o país; novo governo agradece "apoio" russo
* Revolta no Quirguistão beneficia Rússia e prejudica EUA
* Deposição de governo no Quirguistão preocupa países vizinhos
Isso representaria um duro golpe a Washington, que tem usado a base de Manas para abastecer as forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) lideradas pelos EUA no combate aos insurgentes do Taliban no Afeganistão, desde que o país perdeu uma instalação similar no Uzbequistão, aparentemente em razão da pressão feita por Moscou.
O tratado sobre as armas reduzirá arsenais nucleares estratégicos mantidos pelos antigos inimigos da Guerra Fria em 30 por cento dentro de sete anos, mas deixará a cada um o suficiente para destruir o outro.
Obama afirmou que o acordo "pôs fim ao desvio" nas relações entre Moscou e Washington e enviou um forte sinal de que as duas potências, que juntas detêm 90 por cento de todas as armas atômicas, estavam levando a sério suas obrigações de desarmamento.
"Estamos trabalhando em conjunto no Conselho de Segurança das Nações Unidas para aprovar duras sanções contra o Irã e não vamos tolerar ações que desconsiderem o TNP", afirmou ele, referindo-se ao Tratado de Não Proliferação Nuclear.
"Minha expectativa é de que seremos capazes de garantir sanções fortes e duras contra o Irã nesta primavera (boreal)."
Medvedev, no entanto, foi mais cauteloso, dizendo ter apresentado ao presidente norte-americano uma lista do que era aceitável ou não.
Divisão no Quirquistão?
A situação no Quirguistão, onde manifestantes da oposição forçaram a deposição de Bakiyev na quarta-feira, foi impelida para a agenda, já que Washington e Moscou têm bases militares no país que é pobre, mas tem uma localização estratégica.
Uma autoridade norte-americana afirmou que Obama e Medvedev consideraram a possibilidade de divulgar um comunicado conjunto sobre a crise, já que ambos tinham interesse na estabilidade, mas isso não aconteceu.
Pelo contrário, uma autoridade russa do alto escalão, falando sob a condição de anonimato, disse a jornalistas depois: "No Quirguistão, deverá haver apenas uma base: a russa."
Ele afirmou que Bakiyev não cumpriu uma promessa de fechar a base dos Estados Unidos. A autoridade norte-americana respondeu que os dois líderes não discutiram a possibilidade de fechar a base área norte-americana.
Os presidentes Barack Obama e Dmitry Medvedev assinaram o pacto numa cerimônia no Castelo de Praga após conversações sobre possíveis sanções adicionais ao programa atômico do Irã, que o Ocidente acredita tenha como objetivo a produção de bombas.
Mas a tentativa de ambos de apresentar um front unido fracassou com relação ao Quirguistão. Uma importante autoridade russa disse que Moscou exortaria os novos líderes que derrubaram o presidente Kurmanbek Bakiyev a fechar uma base aérea estratégica dos Estados Unidos na antiga república soviética na Ásia Central.
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* Deposição de governo no Quirguistão preocupa países vizinhos
Isso representaria um duro golpe a Washington, que tem usado a base de Manas para abastecer as forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) lideradas pelos EUA no combate aos insurgentes do Taliban no Afeganistão, desde que o país perdeu uma instalação similar no Uzbequistão, aparentemente em razão da pressão feita por Moscou.
O tratado sobre as armas reduzirá arsenais nucleares estratégicos mantidos pelos antigos inimigos da Guerra Fria em 30 por cento dentro de sete anos, mas deixará a cada um o suficiente para destruir o outro.
Obama afirmou que o acordo "pôs fim ao desvio" nas relações entre Moscou e Washington e enviou um forte sinal de que as duas potências, que juntas detêm 90 por cento de todas as armas atômicas, estavam levando a sério suas obrigações de desarmamento.
"Estamos trabalhando em conjunto no Conselho de Segurança das Nações Unidas para aprovar duras sanções contra o Irã e não vamos tolerar ações que desconsiderem o TNP", afirmou ele, referindo-se ao Tratado de Não Proliferação Nuclear.
"Minha expectativa é de que seremos capazes de garantir sanções fortes e duras contra o Irã nesta primavera (boreal)."
Medvedev, no entanto, foi mais cauteloso, dizendo ter apresentado ao presidente norte-americano uma lista do que era aceitável ou não.
Divisão no Quirquistão?
A situação no Quirguistão, onde manifestantes da oposição forçaram a deposição de Bakiyev na quarta-feira, foi impelida para a agenda, já que Washington e Moscou têm bases militares no país que é pobre, mas tem uma localização estratégica.
Uma autoridade norte-americana afirmou que Obama e Medvedev consideraram a possibilidade de divulgar um comunicado conjunto sobre a crise, já que ambos tinham interesse na estabilidade, mas isso não aconteceu.
Pelo contrário, uma autoridade russa do alto escalão, falando sob a condição de anonimato, disse a jornalistas depois: "No Quirguistão, deverá haver apenas uma base: a russa."
Ele afirmou que Bakiyev não cumpriu uma promessa de fechar a base dos Estados Unidos. A autoridade norte-americana respondeu que os dois líderes não discutiram a possibilidade de fechar a base área norte-americana.
Inventor dos Sex Pistols, Malcolm McLaren, morre aos 64 anos
Malcolm McLaren, "inventor" dos Sex Pistols e um dos articuladores mais criativos da história do pop, morreu nesta quinta (8), aos 64 anos, em Nova York. Ele sofria de câncer há bastante tempo.
Em 1971, McLaren abriu em Londres uma loja de roupas com a estilista Vivienne Westwood chamada Let It Rock (depois rebatizada de Sex). Pouco depois, ele iria para Nova York para empresariar o grupo de glam andrógino New York Dolls.
O NYD não vingou, apesar do público cult, mas serviu para McLaren aprender algumas coisas sobre táticas de marketing pop baseadas em choque e controvérsia.
Táticas que seriam usadas em sua próxima e mais famosa empreitada, os Sex Pistols. Para formar a banda, McLaren arregimentou quatro garotos desocupados que viviam matando tempo na Sex.
A banda detonou o movimento punk na Inglaterra, atingindo sucesso e polêmica na mesma medida. Seu álbum, Never Mind the Bollocks, é considerado um dos melhores discos de rock de todos os tempos.
Em 1971, McLaren abriu em Londres uma loja de roupas com a estilista Vivienne Westwood chamada Let It Rock (depois rebatizada de Sex). Pouco depois, ele iria para Nova York para empresariar o grupo de glam andrógino New York Dolls.
O NYD não vingou, apesar do público cult, mas serviu para McLaren aprender algumas coisas sobre táticas de marketing pop baseadas em choque e controvérsia.
Táticas que seriam usadas em sua próxima e mais famosa empreitada, os Sex Pistols. Para formar a banda, McLaren arregimentou quatro garotos desocupados que viviam matando tempo na Sex.
A banda detonou o movimento punk na Inglaterra, atingindo sucesso e polêmica na mesma medida. Seu álbum, Never Mind the Bollocks, é considerado um dos melhores discos de rock de todos os tempos.
Aécio, FHC e presidentes de partido falarão no lançamento da candidatura Serra
A festa de lançamento da pré-candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência da República terá como oradores, pela ordem, os presidentes de PPS, DEM e PSDB, o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o próprio presidenciável. Cerca de 3.500 convidados deverão acompanhar o ato de sábado (10) em Brasília, previsto para durar quatro horas.
Antes de Serra falar, será exibido um vídeo institucional sobre a trajetória política de Serra. Os outros oradores construirão uma plataforma para o discurso final do ex-governador de São Paulo, provável adversário da petista Dilma Rousseff nas eleições de outubro deste ano.
Estarão presentes, além de políticos e militantes, personalidades da cultura e do empresariado. Segundo a organização do evento, uma sala paralela à que receberia 2 mil pessoa teve de ser alugada para suprir o número de interessados em comparecer. Não haverá uma mesa de autoridades no evento, e sim um púlpito, onde cada um dos escolhidos falará.
As críticas mais duras à gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem ficar por conta do ex-presidente Fernando Henrique e dos presidentes das legendas, Roberto Freire (PPS), Rodrigo Maia (DEM) e Sérgio Guerra (PSDB). Freire será o primeiro a falar.
A expectativa é de discursos curtos dos presidentes de partidos, de cerca de 10 minutos cada. Aécio e FHC deverão ter mais liberdade para falar. Serra concentrará os holofotes por volta das 12h. Quando o fizer, avisará pelo microblog Twitter, onde tem cerca de 190 mil seguidores.
Inicialmente, tucanos de São Paulo afirmaram que apenas os presidentes de partidos falariam no ato da pré-candidatura oposicionista. Fernando Henrique, que não compareceu ao Palácio dos Bandeirantes para o último discurso de Serra no governo, foi incluído entre os oradores na semana passada.
A homologação da candidatura só ocorrerá em junho, com a convenção partidária. Apenas a partir desse mês os partidos podem fazer seus encontros para definir quem disputará que cargo nas eleições de outubro.
Incorporado
Aécio foi incorporado à lista em uma tentativa de atenuar o afastamento do ex-governador mineiro em relação ao presidenciável. O mineiro comparecerá ao evento sem definição sobre se tentará vaga no Senado ou se aceitará o clamor de setores do partido que querem vê-lo como vice na chapa encabeçada por Serra.
Antes de Serra falar, será exibido um vídeo institucional sobre a trajetória política de Serra. Os outros oradores construirão uma plataforma para o discurso final do ex-governador de São Paulo, provável adversário da petista Dilma Rousseff nas eleições de outubro deste ano.
Estarão presentes, além de políticos e militantes, personalidades da cultura e do empresariado. Segundo a organização do evento, uma sala paralela à que receberia 2 mil pessoa teve de ser alugada para suprir o número de interessados em comparecer. Não haverá uma mesa de autoridades no evento, e sim um púlpito, onde cada um dos escolhidos falará.
As críticas mais duras à gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva devem ficar por conta do ex-presidente Fernando Henrique e dos presidentes das legendas, Roberto Freire (PPS), Rodrigo Maia (DEM) e Sérgio Guerra (PSDB). Freire será o primeiro a falar.
A expectativa é de discursos curtos dos presidentes de partidos, de cerca de 10 minutos cada. Aécio e FHC deverão ter mais liberdade para falar. Serra concentrará os holofotes por volta das 12h. Quando o fizer, avisará pelo microblog Twitter, onde tem cerca de 190 mil seguidores.
Inicialmente, tucanos de São Paulo afirmaram que apenas os presidentes de partidos falariam no ato da pré-candidatura oposicionista. Fernando Henrique, que não compareceu ao Palácio dos Bandeirantes para o último discurso de Serra no governo, foi incluído entre os oradores na semana passada.
A homologação da candidatura só ocorrerá em junho, com a convenção partidária. Apenas a partir desse mês os partidos podem fazer seus encontros para definir quem disputará que cargo nas eleições de outubro.
Incorporado
Aécio foi incorporado à lista em uma tentativa de atenuar o afastamento do ex-governador mineiro em relação ao presidenciável. O mineiro comparecerá ao evento sem definição sobre se tentará vaga no Senado ou se aceitará o clamor de setores do partido que querem vê-lo como vice na chapa encabeçada por Serra.
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