Devido à falta de autorização da Apple para revelação de informações sobre o Xcode 4, nunca fomos capazes de fornecer uma descrição dos objetivos de seu novo ambiente de desenvolvimento além do que existe até o momento no site da empresa. No entanto, não demorou muito para detalhes e imagens do novo ambiente de desenvolvimento serem liberados na internet, oferecendo uma visão geral de como ele será benéfico para criar aplicativos para o Mac OS X e o iOS.
Conforme já noticiamos, uma das suas principais mudanças em relação ao atual Xcode 3 é a oferta de um fluxo de trabalho focado em uma única janela, algo que deverá compensar a irritação que muitos desenvolvedores sentiam ao lidar com múltiplas janelas para editar código, configurar propriedades de um projeto ou encontrar e corrigir erros, entre outras tarefas. A mudança não beneficia apenas quem escreve código o dia todo, mas também é bem-vinda para os que o integram ao design da interface, que nunca mais precisarão se dirigir a um app independente só para isso.
O espaço do editor de texto continuará grande e funcional, da forma como sempre foi, quando o seu “usuário” bem desejar, mas a série de mudanças na interface será muito bem-vinda para os que precisam lidar com múltiplos projetos, navegar por classes e métodos, realizar buscas, monitorar problemas e analisar logs do sistema, tudo em uma só janela. Praticamente todas as fases do processo de desenvolvimento de qualquer um ficarão bem mais fáceis de executar através da interface unificada.
Falando no editor de texto, ele continua flexível da forma como sempre foi no Xcode 4, mas agora está associado a uma nova barra de ferramentas, mais limpa e funcional em relação à versão 3, oferecendo fácil acesso a controles de execução, debug de projetos e uma barra de navegação que mostra claramente ao desenvolvedor onde ele está no seu trabalho. Quando esses comandos são associados aos recursos que existiam no Interface Builder, é possível trabalhar em código e interface ao mesmo tempo sem perda de foco e com a mesma flexibilidade; contudo, como você pode esperar, isso vem ao custo de um espaço considerável no seu monitor como um todo.
Como de praxe, a maior parte do trabalho empregado pela Apple em suas ferramentas de desenvolvimento visa oferecer grandes facilidades na criação de aplicativos para as pessoas que irão utilizá-las, e isso não deixou de ser prioridade no Xcode 4. Uma função chamada “Assistente” coloca todas as informações sobre um determinado projeto à disposição do editor em um formato sensível ao contexto, economizando tempo ao visualizar conteúdos relacionados entre dois documentos de código diferentes na mesma janela. Além disso, o editor de texto foi enriquecido com outro recurso, chamado “Fix It”, que oferece dicas para corrigir erros comuns e oferecer sugestões de sintaxe nas linguagens de programação em que qualquer um esteja trabalhando.
Todas essas novidades já são capazes de gerar muita animação entre pessoas que são grandes entusiastas de programação para as plataformas da Apple, mas elas são apenas algumas coisas que o novo Xcode 4 oferece. Quem quiser conhecer mais sobre todas as suas novidades (que ainda incluem grandes melhorias em áreas como compilação, comparação de arquivos e interação com repositórios) precisa de uma inscrição no portal de desenvolvedores da empresa, onde todos os vídeos da sua última conferência dedicada à área já colocam muitas informações sobre o aplicativo à disposição dos que realmente se interessarem.
domingo, 20 de junho de 2010
Campanha por Geisy Arruda é número 1 em trending topics
O Twitter, que semana passada foi varrido pela campanha Cala Boca Galvão, ganha outra campanha, agora para preservar a baleia Geisy Arruda.
A corrente de tweets é uma referência a Geisy Arruda, ex-aluna da Uniban, famosa por ter sido insultada ao usar um microvestido na universidade.
A campanha levou a loira novamente ao primeiro posto dos trending topics do microblog. A farra apresenta um anúncio que traz a imagem de uma baleia, com logos do Ibama, do governo federal e do já consagrado Galvão Institute.
A ação parece ser novamente uma tentativa de inventar história para internautas estrangeiros, assim como foi feito com a campanha para Galvão Bueno, que transformou o narrador da Globo em uma espécie rara de papagaio em extinção.
A corrente de tweets é uma referência a Geisy Arruda, ex-aluna da Uniban, famosa por ter sido insultada ao usar um microvestido na universidade.
A campanha levou a loira novamente ao primeiro posto dos trending topics do microblog. A farra apresenta um anúncio que traz a imagem de uma baleia, com logos do Ibama, do governo federal e do já consagrado Galvão Institute.
A ação parece ser novamente uma tentativa de inventar história para internautas estrangeiros, assim como foi feito com a campanha para Galvão Bueno, que transformou o narrador da Globo em uma espécie rara de papagaio em extinção.
Internet 3G já supera banda larga fixa no Brasil, diz estudo
O número de usuários de Internet 3G no Brasil já supera os de assinantes de banda larga fixa. As informações partem do estudo “O Balanço Huawei da Banda Larga Móvel”, feito a partir de uma parceria entre a Huawei, fabricante de infra-estrutura de rede e a consultoria Teleco.
Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.
“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.
Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.
Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil
Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior.
“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.
No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.
Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unido
Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.
“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.
Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.
Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil
Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior.
“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.
No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.
Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unido
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