Google e Bing tiveram leve crescimento em termos porcentuais, mas em números absolutos queda atingiu todos os portais de pesquisa na internet.
O Google foi reponsável por 65,5% das buscas na web feitas em fevereiro nos EUA, um acréscimo de 0,1 ponto porcentual em relação ao mês anterior, de acordo com levantamento divulgado na quarta-feira (10/3) pela empresa de pesquisas comScore.
A marca dá à empresa o primeiro lugar no ranking. Os sites do Yahoo vêm em segundo, respondendo a 16,8% das buscas - queda de -0,2 ponto porcentual em relação a janeiro. Em terceiro estão os sites da Microsoft, com 11,5% das buscas (crescimento de 0,2 ponto porcentual).
No período, os residentes nos EUA realizaram 14,5 bilhões de buscas na web, informa a comCast. O número é 5% menor que o alcançado em janeiro, quando foram realizadas cerca de 15,2 bilhões de buscas.
Em números absolutos, todos os sites de pesquisa sofreram queda de audiência em fevereiro. O Google fechou o mês com 9,5 milhões de buscas, queda de -4%; o Yahoo atendeu a 2,4 bilhões de buscas (queda de -4%); e a Microsoft recebeu 1,7 milhão de buscas (queda de -6%).
quinta-feira, 11 de março de 2010
Processador Core i7 hexa-core “destinado” ao Mac Pro é perfeito para aplicativos profissionais
Citado como candidato a uma nova geração de Macs Pro, o processador Core i7-980X lançado recentemente é bastante poderoso quando se trata de tarefas com aplicativos adaptados para processamento em paralelo, conforme mostram testes feitos pelo AnandTech. Dado que muitos aplicativos profissionais suportam essa tecnologia em suas últimas versões, seus usuários serão os mais beneficiados pelo novo chip, que pode ser menos poderoso que a sua geração anterior em algumas situações.
Nos testes conduzidos pelo site, as tarefas que mais renderam resultados positivos foram modelagem 3D, edição com filtros no Photoshop e codificação de vídeo, que podem tirar proveito de processamento paralelo de diferentes formas. Quando comparado com um um processador Core i7 quad-core de 3,33GHz, o novo Core i7-980X hexa-core pode ser mais veloz por uma diferença de até 70%; entretanto, há casos em que sua performance pode ser inferior ao “concorrente”, especialmente quando a tarefa em questão exigir mais da velocidade real do chip — jogos, por exemplo.
Para usuários comuns adquirirem o novo Core i7-980X, o preço infelizmente é pouco viável: um chip semelhante ao testado pelo AnandTech pode custar até US$1.000. No entanto, é bom lembrar que grandes fabricantes poderão obtê-los em lotes por preços mais acessíveis do que esse, representando uma economia considerável em casos como o da Apple, que depende até hoje de Xeons para levar performance profissional em múltiplos núcleos para o Mac Pro.
[via Electronista]
Nos testes conduzidos pelo site, as tarefas que mais renderam resultados positivos foram modelagem 3D, edição com filtros no Photoshop e codificação de vídeo, que podem tirar proveito de processamento paralelo de diferentes formas. Quando comparado com um um processador Core i7 quad-core de 3,33GHz, o novo Core i7-980X hexa-core pode ser mais veloz por uma diferença de até 70%; entretanto, há casos em que sua performance pode ser inferior ao “concorrente”, especialmente quando a tarefa em questão exigir mais da velocidade real do chip — jogos, por exemplo.
Para usuários comuns adquirirem o novo Core i7-980X, o preço infelizmente é pouco viável: um chip semelhante ao testado pelo AnandTech pode custar até US$1.000. No entanto, é bom lembrar que grandes fabricantes poderão obtê-los em lotes por preços mais acessíveis do que esse, representando uma economia considerável em casos como o da Apple, que depende até hoje de Xeons para levar performance profissional em múltiplos núcleos para o Mac Pro.
[via Electronista]
Apple libera Safari 4.0.5 pela Atualização de Software
A Apple liberou hoje uma importante atualização para o Safari, agora na versão 4.0.5. O update inclui diversos aprimoramentos para performance, estabilidade e segurança do browser, estando previsto para lançamento desde a semana passada.
O Safari 4.0.5 volta a trazer melhorias no desempenho do recurso Top Sites, que expõe as páginas mais visitadas por você num modo de visualização especial com imagens em alta resolução. Também foram feitas melhorias na estabilidade do aplicativo para uso de plugins de terceiros, que rodam em processos independentes no Snow Leopard quando o navegador é configurado para execução em 64 bits.
Além disso, a nova versão do browser soluciona problemas de instabilidade no preenchimento de formulários e manipulação de conteúdos no formato SVG (em inglês, Scalable Vector Graphics). Por fim, são corrigidos bugs que impediam o seu uso para a realização de alterações de rede em roteadores Linksys.
O Safari 4.0.5 pode ser obtido imediatamente através da Atualização de Software (Software Update) ou no site da Apple, em versões para Mac OS X Tiger (26,8MB), Leopard (38,6MB), Snow Leopard (30,5MB) e Windows XP/Vista/7 (30,2MB).
O Safari 4.0.5 volta a trazer melhorias no desempenho do recurso Top Sites, que expõe as páginas mais visitadas por você num modo de visualização especial com imagens em alta resolução. Também foram feitas melhorias na estabilidade do aplicativo para uso de plugins de terceiros, que rodam em processos independentes no Snow Leopard quando o navegador é configurado para execução em 64 bits.
Além disso, a nova versão do browser soluciona problemas de instabilidade no preenchimento de formulários e manipulação de conteúdos no formato SVG (em inglês, Scalable Vector Graphics). Por fim, são corrigidos bugs que impediam o seu uso para a realização de alterações de rede em roteadores Linksys.
O Safari 4.0.5 pode ser obtido imediatamente através da Atualização de Software (Software Update) ou no site da Apple, em versões para Mac OS X Tiger (26,8MB), Leopard (38,6MB), Snow Leopard (30,5MB) e Windows XP/Vista/7 (30,2MB).
Estúdio canadense acusa Mozilla de plagiar interface
Elementos de interface da MetaLabs foram utilizados no esboço de uma ferramenta de criação de add-ons da Mozilla; fundação pediu desculpas.
Uma empresa canadense de design de interfaces acusou a Fundação Mozilla de roubar elementos de interface de usuário para uma ferramenta de desenvolvimento do projeto Jetpack, concebida pela Mozilla para simplificar a criação de add-ons.
A MetaLab tornou públicas suas acusações na terça-feira (9/3), quando o fundador Andrew Wilkinson comentou, em seu blog, sobre as semelhanças entre os projetos de sua empresa e os incluídos pela Mozilla no FlightDeck, um editor Jetpack.
"O que eles fizeram foi bastante ridículo", disse Wilkinson em uma entrevista nesta quinta-feira (11/3), argumentando que há uma distinção entre ser inspirado pelo trabalho de outro e simplesmente copiá-lo. "Há uma diferença entre inspiração e fazer um decalque", disse. "As medidas dos elementos gráficos [que a Mozilla tomou de nós] eram exatamente iguais, os mesmos números de pixel. Quando alguém vem e pega suas imagens de seu servidor, a linha foi cruzada."
Na quarta-feira (10/3), a Mozilla se desculpou à MetaLab. "Apesar de o design em implementação não utilizar esses elementos, nós os incluímos por engano nos mockups iniciais, no blog e no vídeo que anunciavam a próxima fase de desenvolvimento do Jetpack SDK", disse a Mozilla em seu blog. "Nós pedimos sinceras desculpas à MetaLabs por incorporar elementos de design de seu site em nossos primeiros mockups e por termos publicado esse material sem os créditos apropriados."
A Mozilla recusou-se, no entanto, a comentar as acusações de plágio.
Proposta antiga
"Geralmente nós relevamos esse tipo de coisa, damos boas risadas e entramos em contato de forma discreta", disse Wilkinson. "Mas nós ficamos chocados com tudo isso. Fizemos barulho por acharmos isso ridículo."
Wilkinson estava se referindo à proposta que a MetaLab enviou em novembro à Mozilla, para trabalhar a interface de usuário do FlightDeck. "Mark [Nichols, da MetaLab] ficou uma hora ao telefone com Daniel Buchner e Aza Raskin [da Mozilla], detalhando a proposta", disse Wilkinson em seu blog, na terça-feira. Em 27 de dezembro, Buchner contou à MetaLab que a Mozilla havia decidido não contratar a empresa para este projeto.
Uma empresa canadense de design de interfaces acusou a Fundação Mozilla de roubar elementos de interface de usuário para uma ferramenta de desenvolvimento do projeto Jetpack, concebida pela Mozilla para simplificar a criação de add-ons.
A MetaLab tornou públicas suas acusações na terça-feira (9/3), quando o fundador Andrew Wilkinson comentou, em seu blog, sobre as semelhanças entre os projetos de sua empresa e os incluídos pela Mozilla no FlightDeck, um editor Jetpack.
"O que eles fizeram foi bastante ridículo", disse Wilkinson em uma entrevista nesta quinta-feira (11/3), argumentando que há uma distinção entre ser inspirado pelo trabalho de outro e simplesmente copiá-lo. "Há uma diferença entre inspiração e fazer um decalque", disse. "As medidas dos elementos gráficos [que a Mozilla tomou de nós] eram exatamente iguais, os mesmos números de pixel. Quando alguém vem e pega suas imagens de seu servidor, a linha foi cruzada."
Na quarta-feira (10/3), a Mozilla se desculpou à MetaLab. "Apesar de o design em implementação não utilizar esses elementos, nós os incluímos por engano nos mockups iniciais, no blog e no vídeo que anunciavam a próxima fase de desenvolvimento do Jetpack SDK", disse a Mozilla em seu blog. "Nós pedimos sinceras desculpas à MetaLabs por incorporar elementos de design de seu site em nossos primeiros mockups e por termos publicado esse material sem os créditos apropriados."
A Mozilla recusou-se, no entanto, a comentar as acusações de plágio.
Proposta antiga
"Geralmente nós relevamos esse tipo de coisa, damos boas risadas e entramos em contato de forma discreta", disse Wilkinson. "Mas nós ficamos chocados com tudo isso. Fizemos barulho por acharmos isso ridículo."
Wilkinson estava se referindo à proposta que a MetaLab enviou em novembro à Mozilla, para trabalhar a interface de usuário do FlightDeck. "Mark [Nichols, da MetaLab] ficou uma hora ao telefone com Daniel Buchner e Aza Raskin [da Mozilla], detalhando a proposta", disse Wilkinson em seu blog, na terça-feira. Em 27 de dezembro, Buchner contou à MetaLab que a Mozilla havia decidido não contratar a empresa para este projeto.
Cloud computing: oportunidade para mercado de software chinês
ABU DHABI (Reuters) - O cloud computing, ou computação em nuvem, um modelo crescente de negócios no setor de tecnologia, em que se pode fornecer serviços diretamente pela Internet, sem precisar de um software físico, oferece uma boa oportunidade para a China finalmente desenvolver seu mercado de softwares, de acordo com um veterano do setor no país.
Kai-Fu Lee, que recentemente renunciou de seu cargo como chefe de operações do Google na China, disse que o tipo de pirataria que aflige a indústria de tecnologia chinesa seria praticamente impossível com cloud computing, em que empresas ou indivíduos pagam para ter acesso a serviços hospedados em outro computador.
"A China tem sofrido com a pirataria nos últimos 20 anos e isso infelizmente fez com que não desenvolvêssemos uma indústria de software", disse Lee à Reuters durante encontro do setor de tecnologia em Abu Dhabi.
"Mas isso é irrelevante agora, porque a distribuição de softwares está se deslocando da embalagem física, de licenciamento do usuário, para a distribuição pela Internet, através da nuvem. E quando você está na nuvem, você tem que pagar", afirmou.
Lee saiu do Google no ano passado, poucos meses antes de a empresa revelar que foi alvo de um ataque de hackers que a levou a ameaçar sair da China. O Google atualmente negocia com o governo chinês e espera anunciar uma solução em breve.
Lee também foi chefe de operações da Microsoft na China e abriu um fundo de investimentos de 115 milhões de dólares, a Innovation Wirks, para investir em empreendimentos no setor de Internet móvel, comércio online e computação em nuvens, na China.
Kai-Fu Lee, que recentemente renunciou de seu cargo como chefe de operações do Google na China, disse que o tipo de pirataria que aflige a indústria de tecnologia chinesa seria praticamente impossível com cloud computing, em que empresas ou indivíduos pagam para ter acesso a serviços hospedados em outro computador.
"A China tem sofrido com a pirataria nos últimos 20 anos e isso infelizmente fez com que não desenvolvêssemos uma indústria de software", disse Lee à Reuters durante encontro do setor de tecnologia em Abu Dhabi.
"Mas isso é irrelevante agora, porque a distribuição de softwares está se deslocando da embalagem física, de licenciamento do usuário, para a distribuição pela Internet, através da nuvem. E quando você está na nuvem, você tem que pagar", afirmou.
Lee saiu do Google no ano passado, poucos meses antes de a empresa revelar que foi alvo de um ataque de hackers que a levou a ameaçar sair da China. O Google atualmente negocia com o governo chinês e espera anunciar uma solução em breve.
Lee também foi chefe de operações da Microsoft na China e abriu um fundo de investimentos de 115 milhões de dólares, a Innovation Wirks, para investir em empreendimentos no setor de Internet móvel, comércio online e computação em nuvens, na China.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Google lança sua App Store
Seguindo os passos da Apple, o Google abriu na noite de terça-feira (9/3) a Google Apps Marketplace, loja virtual que vende aplicativos de terceiros para serviços da empresa baseados na nuvem.
O programa permite integração com aplicações como Gmail, Docs, Sites e Calendar. A loja começa com 50 desenvolvedores participando, incluindo Atlassian, NetSuite, Skytap e Zoho.
“Assim que o aplicativo é comprado, ele é automaticamente integrado ao domínio”, disse o diretor de produção do Google, Chris Vander Mey. Segundo a empresa, os softwares poderão ser instalados em um domínio após um processo de apenas quatro clicks. O Google Apps Marketplace pode ser comparado à App Store, da Apple, segundo Vander Mey.
A participação no Google Apps Marketplace é aberta a consumidores das edições Premier, Standart e Education do Google Apps. Os aplicativos são conectados ao marketplace pelo serviço REST e por APIs como OpenID e OAuth.
Das vendas, 80% ficarão com os parceiros, enquanto o Google ficará com os outros 20% dos lucros.
O programa permite integração com aplicações como Gmail, Docs, Sites e Calendar. A loja começa com 50 desenvolvedores participando, incluindo Atlassian, NetSuite, Skytap e Zoho.
“Assim que o aplicativo é comprado, ele é automaticamente integrado ao domínio”, disse o diretor de produção do Google, Chris Vander Mey. Segundo a empresa, os softwares poderão ser instalados em um domínio após um processo de apenas quatro clicks. O Google Apps Marketplace pode ser comparado à App Store, da Apple, segundo Vander Mey.
A participação no Google Apps Marketplace é aberta a consumidores das edições Premier, Standart e Education do Google Apps. Os aplicativos são conectados ao marketplace pelo serviço REST e por APIs como OpenID e OAuth.
Das vendas, 80% ficarão com os parceiros, enquanto o Google ficará com os outros 20% dos lucros.
Firma chinesa ameaça processar Apple, depois chupa interface do Mac OS X para sua tablet à la iPad
No começo do mês passado, li uma notícia que me deixou intrigado: uma empresa chinesa de nome bastante estranho — a Great Long Brother — estava se preparando para processar a Apple pelo design do iPad, afirmando que sua tablet chegou primeiro ao mercado com visual bem parecido.
Enquanto ainda aguardamos essa ação, a fabricante resolveu provocar um pouquinho a ira macieira: a P88 — como é chamada a sua tablet — ganhou uma “maquilagem” na interface: ela continua rodando o Microsoft Windows 7, mas todo customizado com um tema idêntico ao Mac OS X.
Enquanto ainda aguardamos essa ação, a fabricante resolveu provocar um pouquinho a ira macieira: a P88 — como é chamada a sua tablet — ganhou uma “maquilagem” na interface: ela continua rodando o Microsoft Windows 7, mas todo customizado com um tema idêntico ao Mac OS X.
Loud tem caixa de embutir desenhada para surround
A Loud Audio, fabricante nacional de caixas acústicas e produtos para som ambiente, começa a oferecer ao mercado caixas de embutir (ou in-wall) destinadas a sistema de home theater. Além desse diferencial, os modelos retangular LR6 (preços sob consulta) e quadrado SL6 possuem como característica o woofer de 6” com cone metalizado em titânio, que proporciona um visual mais moderno às caixas. A SL6 conta com dispersão em ângulo de 20 graus, tendo seu uso recomendado em canais traseiros.
Todas incluem tweeter pivotante, para melhor direcionar os agudos e divisor de frequências bem elaborado com corte nas altas frequências em –3dB (segundo o fabricante). Na parte externa, são produzidas em plástico ABS com tela frontal em alumínio e sistema de montagem individual de painel e moldura, facilitando a instalação sob forro ou parede de drywall. Tanto a LR6, com 28cm de altura, quanto SL6, de 21cm (aproximadamente), estão disponíveis em três versões.
Com potência admissível de 100W, a LX é a mais refinada por apresentar falante com cone de fibra de carbono e tweeter de 1” com pastilha de neodímeo e membrana de seda. As demais aceitam potência de 50W e 100W e trazem falante com cone de polipropileno, tweeter de 0,75” (¾”) com pastilha de neodímeo e membrana de policarbonato. As novas caixas da Loud Audio podem ser encontradas nas cores branca e preta.
Todas incluem tweeter pivotante, para melhor direcionar os agudos e divisor de frequências bem elaborado com corte nas altas frequências em –3dB (segundo o fabricante). Na parte externa, são produzidas em plástico ABS com tela frontal em alumínio e sistema de montagem individual de painel e moldura, facilitando a instalação sob forro ou parede de drywall. Tanto a LR6, com 28cm de altura, quanto SL6, de 21cm (aproximadamente), estão disponíveis em três versões.
Com potência admissível de 100W, a LX é a mais refinada por apresentar falante com cone de fibra de carbono e tweeter de 1” com pastilha de neodímeo e membrana de seda. As demais aceitam potência de 50W e 100W e trazem falante com cone de polipropileno, tweeter de 0,75” (¾”) com pastilha de neodímeo e membrana de policarbonato. As novas caixas da Loud Audio podem ser encontradas nas cores branca e preta.
MEC publica na internet lista de pré-selecionados para o Prouni
De acordo com o Ministério da Educação, mais de 355 mil estudantes se inscreveram para disputar as 85 mil bolsas oferecidas.
O Ministério da Educação publicou em sua página na internet nesta quarta-feira (10/3) o resultado da segunda etapa de inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni).
Os alunos deverão acessar o link do ProUni e informarem o número de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Cadastro de Pessoa Física (CPF) para saberem se foram selecionados.
De acordo com o MEC, mais de 355 mil estudantes se inscreveram para disputar as 85 mil bolsas oferecidas. A data limite para os pré-selecionados comparecerem às instituições para a qual foram selecionados é a próxima sexta-feira (12/3).
Para a segunda chamada, foram oferecidas aos estudantes 34.661 bolsas integrais e 50.495 parciais.
O Ministério da Educação publicou em sua página na internet nesta quarta-feira (10/3) o resultado da segunda etapa de inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni).
Os alunos deverão acessar o link do ProUni e informarem o número de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e o Cadastro de Pessoa Física (CPF) para saberem se foram selecionados.
De acordo com o MEC, mais de 355 mil estudantes se inscreveram para disputar as 85 mil bolsas oferecidas. A data limite para os pré-selecionados comparecerem às instituições para a qual foram selecionados é a próxima sexta-feira (12/3).
Para a segunda chamada, foram oferecidas aos estudantes 34.661 bolsas integrais e 50.495 parciais.
AOL vê oportunidade em lacuna de qualidade na Web
Por Georgina Prodhan
ABU DHABI (Reuters) - A companhia de Internet America Online, que acaba de se tornar independente, está conduzindo um processo de contratação seletiva de engenheiros e jornalistas, depois de demitir um terço de seus funcionários, em um esforço para se reformular como fornecedora de conteúdo online de qualidade.
A America Online, separada da Time Warner por uma cisão realizada em dezembro --nove anos depois da mais desastrosa fusão empresarial de todos os tempos-- está em meio a uma profunda reformulação comandada por Tim Armstrong, seu novo presidente-executivo.
O valor de mercado atual da companhia é de 2,7 bilhões de dólares. Quando seu plano de fusão com a Time Warner foi anunciado, em janeiro de 2000, a America Online estava avaliada em 163 milhões de dólares.
Armstrong, antigo executivo do Google, disse à Reuters na quarta-feira que a America Online tinha por objetivo reduzir a disparidade entre os métodos de distribuição que evoluem rapidamente na Web, entre os quais serviços de busca e redes sociais, e o conteúdo de mídia criado para uma época anterior.
"A verdade é que, no momento, a distribuição é mais importante que o conteúdo. A qualidade ainda não está acompanhando o volume," disse ele em entrevista durante o evento Abu Dhabi Media Summit, acrescentando que existe uma forte oportunidade de atrair publicidade para sites que publiquem conteúdo de qualidade.
"Acredito que haja uma disparidade de 20 bilhões de dólares entre o ponto em que a publicidade está e aquele em que os consumidores estão," disse.
A America Online, uma das pioneiras iniciais da Internet que está lentamente deixando para trás suas raízes como provedor de acesso discado, emprega cerca de 500 jornalistas e conta com outros 3,5 mil trabalhando para ela sob contrato ou como freelancers --em meio a um quadro total de cerca de cinco mil funcionários, depois dos cortes.
Armstrong diz que a força de trabalho que a empresa herdou era mais inclinada à área técnica porque ela precisa manter dezenas de plataformas de editoração e publicidade herdadas, e que sua prioridade inicial era aperfeiçoar e simplificar essa tecnologia.
ABU DHABI (Reuters) - A companhia de Internet America Online, que acaba de se tornar independente, está conduzindo um processo de contratação seletiva de engenheiros e jornalistas, depois de demitir um terço de seus funcionários, em um esforço para se reformular como fornecedora de conteúdo online de qualidade.
A America Online, separada da Time Warner por uma cisão realizada em dezembro --nove anos depois da mais desastrosa fusão empresarial de todos os tempos-- está em meio a uma profunda reformulação comandada por Tim Armstrong, seu novo presidente-executivo.
O valor de mercado atual da companhia é de 2,7 bilhões de dólares. Quando seu plano de fusão com a Time Warner foi anunciado, em janeiro de 2000, a America Online estava avaliada em 163 milhões de dólares.
Armstrong, antigo executivo do Google, disse à Reuters na quarta-feira que a America Online tinha por objetivo reduzir a disparidade entre os métodos de distribuição que evoluem rapidamente na Web, entre os quais serviços de busca e redes sociais, e o conteúdo de mídia criado para uma época anterior.
"A verdade é que, no momento, a distribuição é mais importante que o conteúdo. A qualidade ainda não está acompanhando o volume," disse ele em entrevista durante o evento Abu Dhabi Media Summit, acrescentando que existe uma forte oportunidade de atrair publicidade para sites que publiquem conteúdo de qualidade.
"Acredito que haja uma disparidade de 20 bilhões de dólares entre o ponto em que a publicidade está e aquele em que os consumidores estão," disse.
A America Online, uma das pioneiras iniciais da Internet que está lentamente deixando para trás suas raízes como provedor de acesso discado, emprega cerca de 500 jornalistas e conta com outros 3,5 mil trabalhando para ela sob contrato ou como freelancers --em meio a um quadro total de cerca de cinco mil funcionários, depois dos cortes.
Armstrong diz que a força de trabalho que a empresa herdou era mais inclinada à área técnica porque ela precisa manter dezenas de plataformas de editoração e publicidade herdadas, e que sua prioridade inicial era aperfeiçoar e simplificar essa tecnologia.
Novos obstáculos ao setor de TI
Para, de fato, conseguirmos construir no Brasil um setor de Tecnologia de Informação forte e respeitado, há diversos aspectos que precisam ser trabalhados e debatidos. No entanto, além da falta de um planejamento estratégico, benefícios fiscais e de capacitação de mão-de-obra, novos obstáculos surgem para atrapalhar ainda mais a caminhada das empresas do setor.
Apenas para contextualizar, é importante sempre ressaltar que o setor de TI no Brasil é formado basicamente por pequenas empresas. Temos casos de grandes companhias, reconhecidas internacionalmente. No entanto, a grande maioria é formada por pequenos empresários. De acordo com os últimos dados disponíveis, a indústria brasileira de software e serviços de TI reúne mais de 67 mil empresas. Deste total, quase 85% são de pequeno porte
Se não bastasse a elevada carga tributária, recentemente, os avanços de propostas relacionadas à legislação trabalhista têm tirado o sono de muitos destes empresários. Os principais pontos de atenção são a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas, com o aumento do valor da hora extra, e o projeto de lei de terceirização.
Especificamente na área de desenvolvimento de software e suporte, sabemos que a maioria das empresas opta pela terceirização de serviços. O chamado outsourcing é uma prática comum e constante no setor. No entanto, se aprovado, o projeto de lei poderá decretar o fim a toda esta cadeia.
O principal ponto de atenção com relação ao projeto diz respeito à transferência de responsabilidades trabalhistas. Hoje, ao terceirizar, as empresas tomadoras transferem toda a responsabilidade fiscal para a empresa prestadora do serviço. Se aprovado, porém, o projeto de lei abre a possibilidade de o funcionário, ou consultor de uma empresa prestadora de serviço, questionar na justiça o pagamento de encargos trabalhistas à empresa contratante do serviço.
Neste novo cenário, questiona-se: por que uma empresa irá terceirizar um serviço se, a qualquer momento, pode sofrer um processo de um funcionário da empresa prestadora? A solução será simplesmente desenvolver todas as atividades localmente, evitando ao máximo a terceirização.
O projeto também prevê cláusulas que permitem ao tomador do serviço contratar os colaboradores da empresa terceira a qualquer tempo, sem dar nenhuma satisfação, independente de quem tenha realizado a formação e qualificação deste profissional.
Se não bastasse, além disso, é preciso ressaltar a forma como foi elaborado o projeto de lei. A proposta foi debatida às portas fechadas, pelo MTE e sindicatos, sem representação do setor empresarial. A ausência de entidades empresariais numa tomada de decisão relevante às relações de emprego no País é, sem dúvida, questionável.
Mudanças nas leis trabalhistas e regulamentação de atividades não contempladas pela legislação atual são extremamente necessárias, principalmente com foco na desoneração da folha de pagamento.
O setor de TI brasileiro tem tudo para conquistar um lugar de destaque mundialmente. Porém, mudanças como estas apenas inviabilizam qualquer tipo de investimento e reduzem cada vez mais a nossa competitividade frente a outros países. Se o projeto for aprovado sem ressalvas, mais uma vez, os obstáculos farão com o que o Brasil fique um passo atrás de países como Índia, Rússia e China, onde o outsourcing gera emprego, desenvolvimento e renda.
Apenas para contextualizar, é importante sempre ressaltar que o setor de TI no Brasil é formado basicamente por pequenas empresas. Temos casos de grandes companhias, reconhecidas internacionalmente. No entanto, a grande maioria é formada por pequenos empresários. De acordo com os últimos dados disponíveis, a indústria brasileira de software e serviços de TI reúne mais de 67 mil empresas. Deste total, quase 85% são de pequeno porte
Se não bastasse a elevada carga tributária, recentemente, os avanços de propostas relacionadas à legislação trabalhista têm tirado o sono de muitos destes empresários. Os principais pontos de atenção são a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas, com o aumento do valor da hora extra, e o projeto de lei de terceirização.
Especificamente na área de desenvolvimento de software e suporte, sabemos que a maioria das empresas opta pela terceirização de serviços. O chamado outsourcing é uma prática comum e constante no setor. No entanto, se aprovado, o projeto de lei poderá decretar o fim a toda esta cadeia.
O principal ponto de atenção com relação ao projeto diz respeito à transferência de responsabilidades trabalhistas. Hoje, ao terceirizar, as empresas tomadoras transferem toda a responsabilidade fiscal para a empresa prestadora do serviço. Se aprovado, porém, o projeto de lei abre a possibilidade de o funcionário, ou consultor de uma empresa prestadora de serviço, questionar na justiça o pagamento de encargos trabalhistas à empresa contratante do serviço.
Neste novo cenário, questiona-se: por que uma empresa irá terceirizar um serviço se, a qualquer momento, pode sofrer um processo de um funcionário da empresa prestadora? A solução será simplesmente desenvolver todas as atividades localmente, evitando ao máximo a terceirização.
O projeto também prevê cláusulas que permitem ao tomador do serviço contratar os colaboradores da empresa terceira a qualquer tempo, sem dar nenhuma satisfação, independente de quem tenha realizado a formação e qualificação deste profissional.
Se não bastasse, além disso, é preciso ressaltar a forma como foi elaborado o projeto de lei. A proposta foi debatida às portas fechadas, pelo MTE e sindicatos, sem representação do setor empresarial. A ausência de entidades empresariais numa tomada de decisão relevante às relações de emprego no País é, sem dúvida, questionável.
Mudanças nas leis trabalhistas e regulamentação de atividades não contempladas pela legislação atual são extremamente necessárias, principalmente com foco na desoneração da folha de pagamento.
O setor de TI brasileiro tem tudo para conquistar um lugar de destaque mundialmente. Porém, mudanças como estas apenas inviabilizam qualquer tipo de investimento e reduzem cada vez mais a nossa competitividade frente a outros países. Se o projeto for aprovado sem ressalvas, mais uma vez, os obstáculos farão com o que o Brasil fique um passo atrás de países como Índia, Rússia e China, onde o outsourcing gera emprego, desenvolvimento e renda.
terça-feira, 9 de março de 2010
IBM projeta plástico biodegradável à base de vegetais
da France Presse, em San Francisco
Pesquisadores da IBM anunciaram nesta terça-feira (9) a descoberta de uma forma de fabricar plástico a partir de plantas para substituir produtos à base de petróleo que prejudicam o ambiente.
A empresa promete a obtenção de um plástico biodegradável fabricado de tal maneira que permita economizar energia, segundo Chandrasekhar "Spike" Narayan, diretor de Ciência e Tecnologia do Centro de Pesquisas da IBM em Almaden, no norte da Califórnia.
Pesquisadores das universidades de Almaden e Stanford ressaltaram que seus resultados anunciavam o início de uma era de sustentabilidade para a indústria do plástico, com "produtos quase eternos que não encherão as lixeiras em todo o mundo".
"Esta descoberta e este novo enfoque por meio do uso de catalisadores orgânicos poderão nos permitir obter moléculas bem definidas e biodegradáveis a partir de fontes renováveis de uma maneira responsável" para com o ambiente, ressaltou a IBM em um comunicado.
A descoberta da "química verde" com "catalisadores orgânicos" permite obter um plástico reciclável várias vezes, em vez de apenas uma, como ocorre com o fabricado por meio do uso de catalisadores de óxido de metal.
Medicina
Esses "plásticos verdes" poderão também servir para aperfeiçoar tratamentos médicos, como o tratamento contra o câncer, destinado a eliminar as células malignas sem afetar as sãs.
"Estamos explorando novas formas de aplicar a tecnologia e nossa perícia em ciências de materiais para criar um sólido futuro sustentável para o ambiente", afirmou o diretor do laboratório de pesquisas, Almaden Cheng.
A IBM trabalha com cientistas na "Cidade saudita para a Ciência e a Tecnologia" de King Abdul Aziz para pôr em prática a descoberta.
"Estamos começando a estudar a variedade de coisas que podemos fazer com isso", ressaltou Narayan.
Os resultados do trabalho foram publicados nesta semana na revista "American Chemical Society's Macromolecules".
Pesquisadores da IBM anunciaram nesta terça-feira (9) a descoberta de uma forma de fabricar plástico a partir de plantas para substituir produtos à base de petróleo que prejudicam o ambiente.
A empresa promete a obtenção de um plástico biodegradável fabricado de tal maneira que permita economizar energia, segundo Chandrasekhar "Spike" Narayan, diretor de Ciência e Tecnologia do Centro de Pesquisas da IBM em Almaden, no norte da Califórnia.
Pesquisadores das universidades de Almaden e Stanford ressaltaram que seus resultados anunciavam o início de uma era de sustentabilidade para a indústria do plástico, com "produtos quase eternos que não encherão as lixeiras em todo o mundo".
"Esta descoberta e este novo enfoque por meio do uso de catalisadores orgânicos poderão nos permitir obter moléculas bem definidas e biodegradáveis a partir de fontes renováveis de uma maneira responsável" para com o ambiente, ressaltou a IBM em um comunicado.
A descoberta da "química verde" com "catalisadores orgânicos" permite obter um plástico reciclável várias vezes, em vez de apenas uma, como ocorre com o fabricado por meio do uso de catalisadores de óxido de metal.
Medicina
Esses "plásticos verdes" poderão também servir para aperfeiçoar tratamentos médicos, como o tratamento contra o câncer, destinado a eliminar as células malignas sem afetar as sãs.
"Estamos explorando novas formas de aplicar a tecnologia e nossa perícia em ciências de materiais para criar um sólido futuro sustentável para o ambiente", afirmou o diretor do laboratório de pesquisas, Almaden Cheng.
A IBM trabalha com cientistas na "Cidade saudita para a Ciência e a Tecnologia" de King Abdul Aziz para pôr em prática a descoberta.
"Estamos começando a estudar a variedade de coisas que podemos fazer com isso", ressaltou Narayan.
Os resultados do trabalho foram publicados nesta semana na revista "American Chemical Society's Macromolecules".
Blogueiro vira apresentador de TV e conselheiro no "Didiabólico
VITOR MORENO
da Folha Online
O blogueiro Didi Effe, 28, do Te Dou Um Dado?, estreia como apresentador de televisão com o "Didiabólico", onde vai fazer as vezes de conselheiro e ajudar a resolver questões pessoais dos telespectadores. O programa estreia na quarta-feira (10), na MTV.
"Como no passado eu falei muito mal das pessoas, fiquei com um carma muito negativo. Achei que seria bom ajudar as pessoas neste ano", brinca.
Didi, que foi repórter do "Furo MTV" e do "Scrap MTV", já apresentou o "Gay Show", no portal da emissora na internet.
"A internet é um território livre, na televisão você tem que saber onde está pisando", afirma o blogueiro. "Não considero que estou no ponto, mas acho que estou no ponto de aprender", diz.
da Folha Online
O blogueiro Didi Effe, 28, do Te Dou Um Dado?, estreia como apresentador de televisão com o "Didiabólico", onde vai fazer as vezes de conselheiro e ajudar a resolver questões pessoais dos telespectadores. O programa estreia na quarta-feira (10), na MTV.
"Como no passado eu falei muito mal das pessoas, fiquei com um carma muito negativo. Achei que seria bom ajudar as pessoas neste ano", brinca.
Didi, que foi repórter do "Furo MTV" e do "Scrap MTV", já apresentou o "Gay Show", no portal da emissora na internet.
"A internet é um território livre, na televisão você tem que saber onde está pisando", afirma o blogueiro. "Não considero que estou no ponto, mas acho que estou no ponto de aprender", diz.
Casos de ameaças on-line colocam holofotes em Google e Facebook
da Reuters, em Los Angeles
A internet foi criada com base no princípio de liberdade de expressão. A sociedade quer que alguém seja responsabilizado quando se abusa dessa liberdade. E as principais empresas de internet do mundo, como Google e Facebook, estão ficando presas entre esses dois ideais de difícil conciliação.
Embora Google, Facebook e seus rivais contem com uma certa proteção contra processos judiciais por conteúdos gerados por usuários nos Estados Unidos e na Europa, as empresas ainda precisam enfrentar um público que tende cada vez mais a culpá-las por casos de ameaças e outras transgressões cometidas on-line.
Foi o que aconteceu em Milão, na Itália, no último dia 24, quando três executivos do Google foram condenados por um caso de transgressão no site --um veredicto que não agradou a ciberativistas, que temem que o caso possa abrir as portas para outras ações do tipo, eventualmente destruindo a internet.
O jornalista Jeff Jarvis sugeriu em seu blog, BuzzMachine, que o tribunal italiano que condenou executivos do Google por violação de privacidade essencialmente exige que as empresas avaliem tudo o que for postado em seus sites.
"A implicação prática disso é que ninguém deixará mais que se publique qualquer coisa on-line, porque o risco será muito grande", disse Jarvis no blog. "Eu não deixaria que postassem qualquer coisa aqui. Meu provedor de internet não me deixaria publicar qualquer coisa em seus serviços. E isso acaba com a internet."
Outro jornalista, também surpreso, é Chris Thompson, do Slate, que afirmou: "Fico bobo de ver um veredicto tão medieval como esse".
Já especialistas jurídicos afirmam que a decisão em Milão provavelmente acabará sendo a única do tipo, que não passará pela avaliação do tribunal de recursos italiano, muito menos estabelecerá precedentes em outros lugares.
A internet foi criada com base no princípio de liberdade de expressão. A sociedade quer que alguém seja responsabilizado quando se abusa dessa liberdade. E as principais empresas de internet do mundo, como Google e Facebook, estão ficando presas entre esses dois ideais de difícil conciliação.
Embora Google, Facebook e seus rivais contem com uma certa proteção contra processos judiciais por conteúdos gerados por usuários nos Estados Unidos e na Europa, as empresas ainda precisam enfrentar um público que tende cada vez mais a culpá-las por casos de ameaças e outras transgressões cometidas on-line.
Foi o que aconteceu em Milão, na Itália, no último dia 24, quando três executivos do Google foram condenados por um caso de transgressão no site --um veredicto que não agradou a ciberativistas, que temem que o caso possa abrir as portas para outras ações do tipo, eventualmente destruindo a internet.
O jornalista Jeff Jarvis sugeriu em seu blog, BuzzMachine, que o tribunal italiano que condenou executivos do Google por violação de privacidade essencialmente exige que as empresas avaliem tudo o que for postado em seus sites.
"A implicação prática disso é que ninguém deixará mais que se publique qualquer coisa on-line, porque o risco será muito grande", disse Jarvis no blog. "Eu não deixaria que postassem qualquer coisa aqui. Meu provedor de internet não me deixaria publicar qualquer coisa em seus serviços. E isso acaba com a internet."
Outro jornalista, também surpreso, é Chris Thompson, do Slate, que afirmou: "Fico bobo de ver um veredicto tão medieval como esse".
Já especialistas jurídicos afirmam que a decisão em Milão provavelmente acabará sendo a única do tipo, que não passará pela avaliação do tribunal de recursos italiano, muito menos estabelecerá precedentes em outros lugares.
Instituição de crédito leiloa domínio sex.com semana que vem
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Cisco lança equipamento para internet 12 vezes mais rápida nos EUA
Pouco menos de um mês após o Google anunciar seus planos de teste de uma banda larga ultrarrápida nos Estados Unidos, a Cisco Systems fez um anúncio mundial nesta terça-feira (9) que, nas próprias palavras da empresa, "vai mudar para sempre a internet e seu impacto em consumidores, empresas e governos".
Trata-se do novo roteador CRS-13, voltado a operadoras móveis e fixas, e cuja capacidade promete uma velocidade 12 vezes maior que a oferecida por roteadores atuais, segundo o anúncio feito hoje. Isso equivale a 322 Tbits por segundo (tbps).
O equipamento foi desenhado para serviços de vídeo, aparelhos móveis e computação em nuvem (grosso modo, armazenamento on-line de dados).
O processador QuantumFlow Array, cuja tecnologia foi desenvolvida pela própria Cisco, centraliza o trabalho de seis chips em um e há redução no consumo de energia em 60% para as operadoras, afirma a Cisco.
O chip também tem a capacidade de diferenciar o tipo de tráfego --se dados, voz, ou vídeo, por exemplo. Entretanto, ele manterá uma avaliação neutra, ou seja, não vai priorizar o tráfego de um em detrimento de outro.
Tomando como base os EUA, o custo mínimo do novo roteador é US$ 90 mil.
"Isso permite que a biblioteca do Congresso dos EUA seja baixada em pouco mais segundo, ou que cada homem, mulher e criança na China [país com o maior número de internautas do mundo] faça videochamadas simultaneamente, ou que todos os filmes do mundo sejam transmitidos em quatro minutos", declarou Pankaj Patel, vice-presidente sênior de fornecimento de serviços da Cisco.
Rodrigo Abreu, presidente da Cisco no Brasil, projeta que a velocidade permitida pelo CRS-3 seja alcançada no Brasil em três ou quatro anos. "O CRS-3 é o equipamento mais potente já lançado na história da internet", afirmou.
Ele diz que o roteador foi construído, fundamentalmente, para o tráfego de vídeos. "Até 2014, o vídeo vai representar 90% do tráfego -hoje ele é 30%. O CRS-3 é projetado para esta expansão."
Buzz
O anúncio veio em meio à expectativa na imprensa internacional e muitos rumores --o chamado "buzz", ou burburinho--, em uma manobra que claramente lembra os anúncios de produtos da Apple.
"Não estamos aqui para competir com o mercado, estamos aqui para ir à próxima geração da internet", disse John Chambers, executivo-chefe da Cisco, durante o anúncio.
"A ideia é dar habilidade no uso dos serviços em nuvem no dia-a-dia. E mostrar para companhias a diferença dessa perspectiva. É ter qualquer vídeo, a qualquer momento. Hoje, precisamos de flexibilidade e capacidade, e é isso que o nosso equipamento dá", afirmou Chambers.
O lançamento está sendo feito juntamente à AT&T, principal operadora dos Estados Unidos. A partir do terceiro trimestre deste ano, o CRS-3 estará disponível para todos os países do mundo, segundo a Cisco.
A empresa mantêm 5.000 equipamentos do modelo antecessor, o CRS-1, em diversas operadoras mundiais. No Brasil, há por volta de cem roteadores, segundo a companhia. A Cisco, entretanto, não revelou as empresas brasileiras que possuem os roteadores.
Trata-se do novo roteador CRS-13, voltado a operadoras móveis e fixas, e cuja capacidade promete uma velocidade 12 vezes maior que a oferecida por roteadores atuais, segundo o anúncio feito hoje. Isso equivale a 322 Tbits por segundo (tbps).
O equipamento foi desenhado para serviços de vídeo, aparelhos móveis e computação em nuvem (grosso modo, armazenamento on-line de dados).
O processador QuantumFlow Array, cuja tecnologia foi desenvolvida pela própria Cisco, centraliza o trabalho de seis chips em um e há redução no consumo de energia em 60% para as operadoras, afirma a Cisco.
O chip também tem a capacidade de diferenciar o tipo de tráfego --se dados, voz, ou vídeo, por exemplo. Entretanto, ele manterá uma avaliação neutra, ou seja, não vai priorizar o tráfego de um em detrimento de outro.
Tomando como base os EUA, o custo mínimo do novo roteador é US$ 90 mil.
"Isso permite que a biblioteca do Congresso dos EUA seja baixada em pouco mais segundo, ou que cada homem, mulher e criança na China [país com o maior número de internautas do mundo] faça videochamadas simultaneamente, ou que todos os filmes do mundo sejam transmitidos em quatro minutos", declarou Pankaj Patel, vice-presidente sênior de fornecimento de serviços da Cisco.
Rodrigo Abreu, presidente da Cisco no Brasil, projeta que a velocidade permitida pelo CRS-3 seja alcançada no Brasil em três ou quatro anos. "O CRS-3 é o equipamento mais potente já lançado na história da internet", afirmou.
Ele diz que o roteador foi construído, fundamentalmente, para o tráfego de vídeos. "Até 2014, o vídeo vai representar 90% do tráfego -hoje ele é 30%. O CRS-3 é projetado para esta expansão."
Buzz
O anúncio veio em meio à expectativa na imprensa internacional e muitos rumores --o chamado "buzz", ou burburinho--, em uma manobra que claramente lembra os anúncios de produtos da Apple.
"Não estamos aqui para competir com o mercado, estamos aqui para ir à próxima geração da internet", disse John Chambers, executivo-chefe da Cisco, durante o anúncio.
"A ideia é dar habilidade no uso dos serviços em nuvem no dia-a-dia. E mostrar para companhias a diferença dessa perspectiva. É ter qualquer vídeo, a qualquer momento. Hoje, precisamos de flexibilidade e capacidade, e é isso que o nosso equipamento dá", afirmou Chambers.
O lançamento está sendo feito juntamente à AT&T, principal operadora dos Estados Unidos. A partir do terceiro trimestre deste ano, o CRS-3 estará disponível para todos os países do mundo, segundo a Cisco.
A empresa mantêm 5.000 equipamentos do modelo antecessor, o CRS-1, em diversas operadoras mundiais. No Brasil, há por volta de cem roteadores, segundo a companhia. A Cisco, entretanto, não revelou as empresas brasileiras que possuem os roteadores.
Plano de banda larga nos EUA terá frente voluntária de inclusão digital
Proposta faz parte do plano nacional que a agência governamental de comunicações FCC apresentará na semana que vem ao Congresso americano.
A Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) vai propor a criação de uma frente voluntária nacional de educação digital para ajudar os residentes naquele país a ingressarem no mundo online, como parte de um plano nacional de banda larga que será entregue na semana que vem.
A frente, chamada National Digital Literacy Corps, apoia-se na estrutura de outros programas nacionais voluntários, como o AmeriCorps, e deverá ter como alvo as comunidades com baixo número de assinantes de banda larga, incluindo regiões de baixa renda, áreas rurais e terras indígenas, afirmou nesta terça-feira (9/3) Mignon Clyburn, membro da FCC, durante conferência sobre inclusão digital em Washingson DC.
"Os Digital Literacy Corps mobilizarão centenas de embaixadores digitais em comunidades locais pelo país", explicou. "Trata-se de vizinhos ajudando vizinhos a ingressarem no mundo online."
A FCC também vai propor novos gastos para melhorar as ações de treinamento digital em bibliotecas e centros comunitários, e planeja lançar um programa de treinamento online para pessoas interessadas em aprimorar suas habilidades digitais, disse Clyburn.
O plano nacional de banda larga da FCC terá como foco as formas de levar a banda larga a regiões que ainda não a tem, mas o plano também precisa dar respostas à questão da demanda por banda larga [onde ela já é oferecida], disseram palestrantes no Encontro de Inclusão Digital, patrocinado parcialmente pela FCC.
Pesquisas recentes revelam que mais de 90% dos residentes dos EUA têm acesso a banda larga, mas apenas dois terços assinam o serviço.
A Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) vai propor a criação de uma frente voluntária nacional de educação digital para ajudar os residentes naquele país a ingressarem no mundo online, como parte de um plano nacional de banda larga que será entregue na semana que vem.
A frente, chamada National Digital Literacy Corps, apoia-se na estrutura de outros programas nacionais voluntários, como o AmeriCorps, e deverá ter como alvo as comunidades com baixo número de assinantes de banda larga, incluindo regiões de baixa renda, áreas rurais e terras indígenas, afirmou nesta terça-feira (9/3) Mignon Clyburn, membro da FCC, durante conferência sobre inclusão digital em Washingson DC.
"Os Digital Literacy Corps mobilizarão centenas de embaixadores digitais em comunidades locais pelo país", explicou. "Trata-se de vizinhos ajudando vizinhos a ingressarem no mundo online."
A FCC também vai propor novos gastos para melhorar as ações de treinamento digital em bibliotecas e centros comunitários, e planeja lançar um programa de treinamento online para pessoas interessadas em aprimorar suas habilidades digitais, disse Clyburn.
O plano nacional de banda larga da FCC terá como foco as formas de levar a banda larga a regiões que ainda não a tem, mas o plano também precisa dar respostas à questão da demanda por banda larga [onde ela já é oferecida], disseram palestrantes no Encontro de Inclusão Digital, patrocinado parcialmente pela FCC.
Pesquisas recentes revelam que mais de 90% dos residentes dos EUA têm acesso a banda larga, mas apenas dois terços assinam o serviço.
Open Hack Day premia desenvolvimento de aplicações para a web em SP
Nos dias 20 e 21 de março, evento do Yahoo Brasil reunirá estudantes e desenvolvedores em torno de palestras e desafios de programação.
O Yahoo Brasil realizará em 20 e 21 de março, em São Paulo (SP), o segundo Yahoo Open Hack Day. No evento, desenvolvedores e estudantes de TI vão se reunir para trabalhar no desenvolvimento de aplicativos e serviços baseados nas plataformas do Yahoo.
Entre as tecnologias disponíveis para uso no desenvolvimento estão a plataforma de aplicativos YAP, o serviço de APIs públicas YQL, fotos do Flickr e posts do Meme. Além disso, os desenvolvedores poderão utilizar quaisquer outros serviços abertos disponíveis na internet para criar seus projetos.
No primeiro dia, haverá um ciclo de palestras chamadas de “Tech Talks”, com representantes internacionais do Yahoo, que compartilharão informações necessárias para que cada participante comece com o seu Hack Day (ou seja, comece a desenvolver seus projetos nas 24 horas posteriores).
No dia seguinte, os participantes poderão apresentar seus projetos. Em seguida ocorrerá o anúncio dos vencedores, que serão selecionados por um júri a ser divulgado. Será um ganhador por categoria e um vencedor geral, com o melhor projeto.
A segunda edição do Yahoo Brasil Open Hack Day ocorrerá das 8h do dia 20/03 às 18h do dia 21/03, no Centro Universitário Senac – Campus Santo Amaro (Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 823 , São Paulo – SP). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do site oficial do evento.
O Yahoo Brasil realizará em 20 e 21 de março, em São Paulo (SP), o segundo Yahoo Open Hack Day. No evento, desenvolvedores e estudantes de TI vão se reunir para trabalhar no desenvolvimento de aplicativos e serviços baseados nas plataformas do Yahoo.
Entre as tecnologias disponíveis para uso no desenvolvimento estão a plataforma de aplicativos YAP, o serviço de APIs públicas YQL, fotos do Flickr e posts do Meme. Além disso, os desenvolvedores poderão utilizar quaisquer outros serviços abertos disponíveis na internet para criar seus projetos.
No primeiro dia, haverá um ciclo de palestras chamadas de “Tech Talks”, com representantes internacionais do Yahoo, que compartilharão informações necessárias para que cada participante comece com o seu Hack Day (ou seja, comece a desenvolver seus projetos nas 24 horas posteriores).
No dia seguinte, os participantes poderão apresentar seus projetos. Em seguida ocorrerá o anúncio dos vencedores, que serão selecionados por um júri a ser divulgado. Será um ganhador por categoria e um vencedor geral, com o melhor projeto.
A segunda edição do Yahoo Brasil Open Hack Day ocorrerá das 8h do dia 20/03 às 18h do dia 21/03, no Centro Universitário Senac – Campus Santo Amaro (Avenida Engenheiro Eusébio Stevaux, 823 , São Paulo – SP). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do site oficial do evento.
Ex-CEO da Sun revela que Steve Jobs também ameaçou processá-la em 2003
Hoje cedo, publicamos um artigo no qual abordamos as nuances do processo da Apple contra a HTC — que é um pouco mais do que parece, afetando indiretamente outras empresas. Coincidentemente (ou não), Jonathan Schwartz, ex-CEO da Sun Microsystems, publicou à tarde em seu blog pessoal um texto revelando que ele mesmo já foi ameaçado por Steve Jobs numa situação semelhante, só que há sete anos.
Comentando detalhes sobre essa guerra de patentes da Apple (que há um tempo tinha a Microsoft como protagonista), ele conta que em 2003 Steve Jobs convocou uma reunião com a Sun para falar sobre o assunto, logo depois que ela apresentou um protótipo de desktop Linux chamado Project Looking Glass.
Steve Jobs ligou para o meu escritório dizendo que os efeitos gráficos [do Project Looking Glass] estavam “passando por cima de toda a propriedade intelectual da Apple”. Se déssemos prosseguimento à sua comercialização, ele “simplesmente iria nos processar”.
Sem intimidar-se por Jobs, Schwartz conta que na ocasião resolveu provocar o CEO da Maçã afirmando que o Keynote lembrava muito um concorrente no ramo de criação de slides chamado Concurrence. Este foi construído pela Lighthouse Design, companhia co-fundada por Schwartz e que em 1996 viria a ser adquirida pela Sun.
Ironicamente, a Lighthouse especializou-se em desenvolver aplicativos para o NeXTSTEP, sistema operacional baseado em Unix que se tornou a base do Mac OS X — depois que a Apple comprou a NeXT e trouxe Steve Jobs de volta ao seu comando, no final de 1996. Por muito tempo Jobs usou o Concurrence em suas apresentações, por isso Schwartz acredita que “é bem óbvio onde ele tirou inspiração [para criar o Keynote]“
Comentando detalhes sobre essa guerra de patentes da Apple (que há um tempo tinha a Microsoft como protagonista), ele conta que em 2003 Steve Jobs convocou uma reunião com a Sun para falar sobre o assunto, logo depois que ela apresentou um protótipo de desktop Linux chamado Project Looking Glass.
Steve Jobs ligou para o meu escritório dizendo que os efeitos gráficos [do Project Looking Glass] estavam “passando por cima de toda a propriedade intelectual da Apple”. Se déssemos prosseguimento à sua comercialização, ele “simplesmente iria nos processar”.
Sem intimidar-se por Jobs, Schwartz conta que na ocasião resolveu provocar o CEO da Maçã afirmando que o Keynote lembrava muito um concorrente no ramo de criação de slides chamado Concurrence. Este foi construído pela Lighthouse Design, companhia co-fundada por Schwartz e que em 1996 viria a ser adquirida pela Sun.
Ironicamente, a Lighthouse especializou-se em desenvolver aplicativos para o NeXTSTEP, sistema operacional baseado em Unix que se tornou a base do Mac OS X — depois que a Apple comprou a NeXT e trouxe Steve Jobs de volta ao seu comando, no final de 1996. Por muito tempo Jobs usou o Concurrence em suas apresentações, por isso Schwartz acredita que “é bem óbvio onde ele tirou inspiração [para criar o Keynote]“
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